FALTAVA ESTA… NÃO FALTA MAIS

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Depois do Team Lotus, a vez da Lotus Renault. Primeiro o verde e amarelo dos tempos iniciais; depois o preto e dourado que fizeram história a partir de um certo Emerson Fittipaldi, até que um certo Ayrton Senna desembarcasse no time que foi de Colin Chapman e desse início à sua série de vitórias. Polêmicas à parte, o que foi até ano passado a Renault (que um dia foi Toleman, olha Ayrton aí de novo… depois Benetton, etc…) mostrou seu R31, outro que não renega o parentesco com o carro de 2010. Aliás, a equipe sempre se prezou por desenvolver dois projetos ao mesmo tempo – enquanto uma parte dos técnicos e projetistas se concentra no carro dos anos pares, a outra trabalha no dos anos ímpares, e assim por diante. O bico não é tão alto quanto o de Ferrari e Mercedes, mas a grande surpresa mesmo estava ao lado do carro. Bruno Senna foi confirmado como reserva e piloto de testes, unindo de volta o sobrenome ao nome, tal qual nos idos de 1985 a 1987. Curioso é o fato de ele não integrar, pelo menos até então, o grupo de protegidos da Gravity Management, dona do principal percentual da escuderia. Ele pode até participar de alguns treinos livres durante o GP mas, testes mesmo, se fizer serão poucos. Enfim, depois eu comento sobre essa história… Taí a máquina…

Lotus Renault GP/divulgação

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