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Ricardo Kertzman nasceu em 1967. Um homem inquieto, irrequieto e inundado de sentimentos.

Eu não tenho político de estimação.

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É claro que não estou contra o Temer, muito menos torcendo para seu governo dar errado. Mas ele, Dilma, o Papa Francisco ou Deus em pessoa, se for governar o país que governe para todos, e não para grupelhos fisiologistas em busca de poder e dinheiro às nossas custas.

Infelizmente, ele ainda não mostrou a que veio. A desculpa anterior era ser interino, mas e agora? Cadê a reforma ministerial prometida? Cadê a auditoria geral nas contas? Mas vejam: o impeachment não tem nada a ver com isto. Tem gente que diz assim: “viu?, trocaram seis por meia-dúzia”. Não é verdade. Temer e seu governo, e Dilma e o seu são incomparáveis. É o cachorro olhando para a Lua. Dilma foi demitida por ter cometido um crime; e não por ser arrogante, incompetente, confusa, conivente com corrupção, etc. E Temer não assumiu por ser melhor ou pior, mas, sim, porque era o vice-presidente e é o que a Constituição — aquele livreto que Renan Calheiros e Ricardo Lewandowski tratam como papel higiênico — manda em caso de impedimento.

Assim, não esperem de mim omissão aos erros deste governo. Não esperem que, por maior ojeriza que eu tenha do PT, eu não critique as maracutaias políticas desta turma. Eu quero um governo honesto, limpo, eficiente e verdadeiro. Já passei mais de uma década ouvindo mentiras, mistificações, bravatas e populismo barato. Assisti ao maior assalto aos cofres públicos da nossa triste história. Vi a maior empresa brasileira, uma das maiores do mundo, ser dilapidada até o osso por um projeto criminoso de poder, com o PT e Lula à frente, sim, mas com boa parte desta corja atual como beneficiários.

Por isto, amigos, não tenho paciência alguma com esta gente, não. Não confio em nenhum deles, pois o curriculum de cada um fala por si. E não ficarei calado enquanto a turma do “embromation” brinca de plantar notinhas na imprensa sobre reformas que nunca saem, sobre conchavos políticos espúrios e sobre o que irão fazer mas nunca fazem. Na boa… Comigo, não, violão!

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3 comentários em “Eu não tenho político de estimação.

  1. Correto e certeiro novamente , essas notícias que surgem de repente.as contradições entre as ações e o que ele disse que faria me deixam bastante irritada. Como você disse em outro post o povo está do lado dele desde que ele tome as decisões necessárias para colocar esse país caminhando para a frente! Desse jeito logo, logo estaremos todos batendo nele também.

  2. Um homem sem atitude.Perdido no seu próprio mundo corrupto.Era hora de mostrar que é um homem de verdade, de ter pulso, coerência, de não ter medo.Ele seria um marco na historia do país. Mas prefere se omitir e ser um borra botas.

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