Parabéns, meu Galo amado

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Tenho quatro grandes amores na vida: filha, mãe, Galo e esposa. Necessariamente nessa ordem. E as primeiras colocadas que se cuidem

Mais um ano de tradição

Aniversário do Galo não é aniversário; é acontecimento. Deveria ser marcado em todos os calendários do mundo. Assim como o dia 1º de janeiro, 25 de março deveria ser feriado universal.

Minha mãe sempre teve uma crença: quando eu ficasse mais velho — e já caminho para os 50! — me tornaria menos louco, menos doente, menos obcecado pelo Atlético. Coitada. Errou feio!

Ao contrário de mim ou de você, irmão alvinegro, o Galo não envelhece. O Galo se torna mais tradicional. É assim com as maiores e mais respeitadas instituições do mundo: Harvard, Stanford, Cambridge… quanto mais os anos passam, mais tradicionais ficam. E mais prestigiadas, mais admiradas, mais seguidas. Aliás, mais perseguidas.

O Atlético não é somente um clube de futebol; nada disto! O Galo é uma simbiose entre um escudo e suas cores e uma multidão com suas cores. Cores, credos, ideologias, crenças e amores. Não há Atlético sem atleticano. Não há atleticano sem Atlético. Sem Atlético? Hahaha. Não há nada, não há vida.

O atleticano não ama o Galo pelos títulos que tem, pelas glórias que possui. O atleticano o ama pelo que ele é: uma inexplicável e intraduzível fonte de paixão. O Atlético é cativante, hipnótico, viciante e causa a mais profunda dependência emocional. Um atleticano sem o Atlético é um bebê sem a mãe: apenas desamparo e dor, vagando em busca de um colo que o acalente.

Mas um atleticano jamais restará órfão, do Galo ou da Massa, pois um é imortal. O outro… também!

Parabéns, meu Galo amado. Parabéns, Massa querida. Hoje é o nosso dia!

 

Ufa! Mais três pontos.

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Credo, que jogo sofrido! Mesmo diante de um time mais fraco e cheio de desfalques, tivemos enormes dificuldades. A primeira, foi a mudança radical do esquema dos jogos anteriores. Com as suspensões de Fred e Carioca, o Galo teve de se virar com apenas Prato mais à frente e Lucas Cândido (hoje péssimo) como volante. Maicosuel apagado e Leãodro errando muito, sobrou para Rocha — que voltou muitíssimo bem — e Robinho carregarem o piano. Este horário de jogo é cruel com um time mais velho e com jogadores mais pesados como o Atlético. Afora a retranca do xará paranaense que nos fez correr demais no primeiro tempo.

Um alerta claro: Este tal Ronaldo, zagueiro que veio do Uruguai, é medonho! Tá certo que Ed Carlos não é lá estas coisas, mas este sujeito é ruim demais. Horroroso mesmo! Não dá pra ficar confinado na sorte e no anjo da guarda. Fora com esta coisa!!

Uma vitória gigante! Uma vitória de campeão.

Publicado em 76 ComentáriosAtlético Mineiro, Campeonato brasileiro, Galo, Galo campeão, Lucas Pratto

Que maravilha! Foi de encher os olhos. Uma daquelas vitórias que nos fazem acreditar ainda mais no “eu acredito”. Marcelo Oliveira perfeito! Escalou bem e mexeu ainda melhor. Victor, apesar do gol do São Paulo (mais uma falha no ano!), foi um gigante no segundo tempo. Salvou como um santo. Fred apagado, mas brilhando o suficiente para fazer um pivô primoroso para Maicosuel marcar o gol de empate. Se o time não foi brilhante individualmente, taticamente foi admirável. E mostrou uma raça incrível, uma vontade franca de vencer. Agora um parágrafo à parte…

Taqueopariu, Lucas Pratto!! Você é um monstro, rapaz!! Que vontade é essa de jogar e ganhar? Que dedicação é essa à sua profissão e ao nosso Galão da Massa? E que gol foi aquele, Urso?!? Tabelar com zagueiro e engavetar a pelota daquele jeito, nem Pelé. Quem foi Maradona? Talvez Romário. Este sim. Ao lado do “Rei, rei, rei, Reinaldo é o nosso Rei” seria capaz de uma obra prima assim. Aliás, ele e o Ronaldinho Gaúcho, claro. Pratto, você é digno de ser chamado de mito! Por favor, fique aqui para sempre.

Agora é comemorar, descansar e não perder o foco na liderança. Quem sabe não a conquistamos na segunda, em BH, contra a Chapecoense? Mas até lá, felicidade pura. Valeu demais, Marcelo Oliveira. Valeu demais, time todo. Bora tomar uma!

A primeira a gente nunca esquece!

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Frase feita, né? Mas não é assim mesmo? Quem não se lembra das primeiras vezes? Primeiro beijo, primeira transa, primeira Libertas, primeira Copa do Brasil? E se as tais primeiras vezes aconteceram de formas incrivelmente especiais: O beijo naquela(e) gatinha(o) linda(o) dos sonhos, a transa com a(o) namorada(o) amada(o), em um lugar maravilhoso, e conquistas épicas, com viradas sensacionais, jogos históricos, emocionantes e… até mesmo decisão contra o maior rival?!? Certamente inesquecíveis e memoráveis.

Hoje foi definido através de sorteio o primeiro adversário do Galão da Massa na Copa do Brasil 2106. Será a Ponte Preta, em dois jogos, 24 de agosto, em BH, e 21 de setembro, em Campinas. Quem sabe não beliscamos mais esta né, não? Apesar que meu foco é total no Campeonato Brasileiro. Já passou da hora! Chega desta fila interminável. E chega desta sina maldita. Chegamos 14 ou 15 vezes, nem me lembro mais ao certo, entre os quatro finalistas desde 1971 quando fomos campeões pela única vez. Por isto nem me importo muito com a Copa do Brasil. Principalmente porque ainda nem parei de comemorar a primeira, em 2014. E como eu poderia, não é verdade? Uma campanha épica como jamais se viu no mundo. Sim, no mundo! Ou me digam quando um clube bateu todos os principais adversários do país e ainda por cima, na final, enfrentou o maior rival e o castigou duas vezes. E nem vou falar das viradas sobre o dançarino Mano e o Flamengaço Classificadaço.

De qualquer forma, como todos sabem, discurso é discurso e jogo é jogo, porque é claro que dia 24/08 estarei lá (Indepa ou Mineirão) urrando feito um desgraçado e não aceitando nada menos que uma vitória segura, para que o jogo da volta não seja aquele eterno tormento insuportável. Sei não… tô achando que papamos mais esta! Eu acredito!!

Pedala, Robinho!

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O Atlético é o time da Série A que mais gols marcou na temporada; foram 77 ao todo. O Grêmio vem a seguir, com 75. Robinho é o nosso artilheiro, com 17 gols. Mas…

Não há um só atleticano que não concorde que o “Pedalada” é genial, mas também nenhum de nós consegue passar uma partida inteira sem se irritar — e muito! — com nosso camisa 7. Robinho erra passes infantis, perde bolas perigosíssimas no meio de campo e por vezes parece estar dormindo, desligado do jogo. Curioso também como sobe de rendimento no final dos jogos, a partir da metade do segundo tempo, quando o esperado seria ele se cansar e cair de produção. Talvez a experiência o faça poupar energia para aproveitar-se do cansaço dos adversários nos últimos minutos. Não sei. O fato, amigos, é que Robson de Souza, além dos 17 gols em 30 jogos (média de centroavante artilheiro, 0,56 por partida) tem sido decisivo também com assistências precisas e controle de bola.

Talvez esteja na hora de eu, e de mais alguns por aqui, termos mais paciência com o nosso goleador. Robinho não é mais o garoto de 18 anos que encantou o mundo. Também não é sequer o jovem de 25 anos que sempre figurou na Seleção brasileira. Mas ainda é, sem dúvida nenhuma, muito acima da média. Seguramente, melhor que 8 entre 10 jogadores em atividade no país. É um ativo e tanto. Nem que seja para nos brindar, de vez em quando, com lances mágicos como no gol do Luan, contra o Santinha, ou apavorar os zagueiros adversários. De minha parte, eu prometo: paciência redobrada com o nosso Rei do Pedal!

Luan é um caso sério! Um verdadeiro show à parte.

Publicado em 17 ComentáriosAtlético Mineiro, Campeonato brasileiro, Galo, Luan

Não foi de encher os olhos, mas foi uma bela vitória, sem dúvida. Time bem postado e belos gols. Poderia ter sido de mais. O Galo começa a ter uma base de equipe, um esquema de jogo. Pena Cazares estar fora, pois ainda sentimos muito a ausência de um armador. Vamos torcer para que Otero seja o cara. Até lá, vamos nos virando com o que temos. E temos muito.

Poderia falar mais sobre o jogo, os gols, a torcida. Mas não vou. Vou mesmo é render a mais sincera e merecida homenagem que posso: Luan, você é sensacional! Você é daquelas figuras que nos emociona, que nos faz sorrir sem saber o por quê. Você é o típico jogador que a Massa ama: raçudo, maluco, corajoso, voluntarioso e apaixonado pelo clube. Você torna as partidas diferentes, mais animadas, mais engraçadas até. Seu espírito de luta e seu empenho são contagiantes. Para os jogadores e para a torcida. Luan, você é energia pura! É Galo na veia, meu chapa!

Me lembro bem dos seus primeiros jogos, quando entrava ao longo do segundo tempo. Completamente pilhado e amalucado, sem muita técnica e sem muito raciocínio. Me lembro quando fazia uma besteira qualquer lá na frente e, envergonhado pelo erro, baixava a cabeça e voltava correndo como um louco para ajudar a defesa. Você cresceu muito, garoto. Seu futebol evolui bastante. Só a sua dedicação não mudou. Continua máxima!

 Que o supremo Papai do Céu, para o seu e o nosso bem, te abençoe com saúde e proteja seu joelho, e que te presenteie com uma longa e vitoriosa carreira no Atlético. Você merece, o Galo merece, a Massa merece. Aliás, Luan, o futebol merece. Você nasceu para sorrir e fazer sorrir. Deus te abençoe, Menino Maluquinho!! E muito obrigado.

Bora, Galo! É o jogo da afirmação.

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O simpático Santinha, time mais popular de Pernambuco, será o nosso verdadeiro divisor de águas neste campeonato brasileiro. Por que? Simples. O Atlético vem oscilando entre bons e maus momentos, entre boas e péssimas partidas, entre grandes e medíocres resultados. A despeito de contusões, problemas extra-campo, troca de treinadores, etc., o fato é que ainda não nos encontramos neste ano, fosse na Libertadores, seja no brasileiro. Não temos um time, não temos um padrão e não temos, principalmente, aquela “liga”imbatível entre torcida e equipe. E é isto que espero recomeçar no jogo de hoje, no Horto. E para tanto, para que Massa e Clube deem-se as mãos novamente, sem vaias, sem suspiros, sem cornetas, é fundamental uma partida perfeita hoje a noite. Intensidade, raça, pressão, técnica e… gols! Muitos, de preferência.

 

O Santa Cruz é baba? Sim, é. Oferece perigo? Claro. O Galo tem tudo para trucidar os pernambucanos? Tudo e mais um pouco. Três pontos garantidos, então? De jeito nenhum. Sem a tal partida perfeita, amigos, nada feito. Até porque, aqui é Galo, e sabemos muito bem o que significa. Bobeou, dançou! Fez um ou dois golzinhos e ficou esperando o jogo acabar? Já era! Fizemos isto contra o Vitória, contra o xará paranaense, contra o Sport e deu no que deu. Por isto, nada de corpo mole, de salto alto ou de piedade. Bora passar o rolo nos caras, tipo Alemanha no Brasil nos 7×1. Daí, quando estiver uns 4 ou 5 a 0, aos 40′ do segundo tempo, poderemos relaxar e gritar alto:

CAIU NO HORTO… TÁ MORTO!!!

Até lá, pessoal!

Três anos do dia mais feliz das nossas vidas!

Publicado em 7 ComentáriosGalo campeão, Libertadores

Todos (com mais de 30 anos) se lembram de onde estavam em 11 de setembro de 2001, quando as Torres Gêmeas vieram abaixo. Se lembram também de onde estavam no 1o de maio de 1994, quando Ayrton Senna nos deixou. Nós atleticanos jamais nos esqueceremos de onde estávamos por volta de 00h35min da madrugada de 25 de julho de 2013. Praticamente no mesmo lugar onde sofri a minha primeira grande decepção com o Atlético, na fatídica disputa de pênaltis contra o São Paulo, pela decisão do campeonato brasileiro de 1977, eu vi o paraguaio Gimenez partir para a bola. O resto é história…

“LiBERTA(DORES) QUAE SERA TAMEM”

Meu Deus… Três anos! Tudo ainda tão vivo na memória, tão presente no sentimento que parece que foi ontem. Madrugada de 24 para 25 de julho de dois mil e Galo: Não sei se eu não te esqueci ou simplesmente ainda não parei de pensar em você. Na boa, chorei tanto que tô soluçando até hoje. Aliás, chorei não. Desidratei! Aquilo não foi um choro. Foi um tsunami lacrimal. Tão logo a bola beijou a trave direita do santo e eu só fiz sentar e chorar. Chorei tudo e mais um tiquinho que estava entalado n’alma desde os meus dez anos de idade. Escrevo agora, lembro os lances e choro sem parar! Haja lencinho de papel. Haja teclado à prova d’água pra guentá.

Chorei o 76, contra o Inter; o 77, contra o São Paulo e o 80, contra a dupla Aramengão. O 83, contra o Santos e o 85, contra o Coritiba. O 86, contra o Guarani, o 87, contra o Flamengo e o 91, contra o São Paulo de novo. Chorei o 94, contra o Corinthians, o 96, contra a Lusa e o 99, contra o Corinthians (outra vez). E o 2001, contra o São Caetano, o 2005, contra o Fortaleza e o 2012, contra a CBFlu. Chorei por causa da Libertadores de 81, da Conmebol contra o Rosário (4×4) e da Copa do Brasil contra o Botafogo. Chorei os Wright, Aragão, Simon e todos aqueles malditos juízes que impediram nossas conquistas anteriores. E também aqueles insistentes gols sofridos nos últimos dois ou três minutos dos jogos decisivos, que tantas vezes nos fizeram bater na trave, tal qual o pênalti do paraguaio Gimenez.

Vivi intensamente aquela Libertadores de 2013. Junto aos meus irmãos, sobrinhos e melhores amigos eu percorri quilômetros entre Argentina (duas vezes), São Paulo, Paraguai e até Tijuana, no México. Paralisei minha vida, esqueci o trabalho e ignorei minha família. Não fazia nada além de ir ao jogo da semana e esperar pelo jogo da volta. Noites insones, rezas solitárias e toneladas de vídeos no YouTube. Galo, Galo e mais Galo! Se valeu a pena? Tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Certo, Fernando People?

Eu não poderia passar e deixar esta vida sem ser pai da minha pequena Sophia, marido da minha amada Adriana e filho da melhor mãe do mundo, a dona Miriam. Sim, leitor amigo, eu não poderia. Mas igualmente eu não poderia deixar de assistir àquele grandalhão desengonçado escorregar no além e beijar o gramado do Mineirão, aos 39′ do segundo tempo; àquele gol em câmera lenta do Léo Silva, logo em seguida; e nem àquela maldita baliza (a mesma dos pênaltis contra o São Paulo) se redimir da sua crueldade de 77, quando desviou três bolas para a geral do estádio; e muito menos de chorar — uma vez que fosse — de pura felicidade pelo meu amor maior: o glorioso e imortal Clube Atlético Mineiro.

Mil vidas eu vivesse, e mil vidas eu escolheria este mesmo momento para a minha sublime e derradeira memória antes da viagem final, rumo ao paraíso — que espero ser todinho preto e branco e ter anjinhos cantando: “Eu acredito! Eu acredito!”

Valeu, Papai do Céu!

Agora já posso morrer em paz. É contigo. Tá liberado. Quando quiser…

Quem se tornou o mito de quem? Ou: Ronaldinho Gaúcho e Atlético jamais serão os mesmos.

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Ronaldinho Gaúcho usou as redes sociais para relembrar sua última conquista com a camisa do Galo, a Recopa. Publicou uma foto beijando a taça. “Dois anos da conquista da Recopa! Fechando muito bem o meu momento no Galo!”, escreveu o bruxo.

Ronaldinho e Atlético viveram um típico caso de paixão. Tal qual dois adolescentes fugazes, aproximaram-se, enamoraram-se, conheceram-se, apaixonaram-se, amaram-se e… separaram-se, seguindo cada um a própria vida, porém sem jamais esquecerem-se um do outro.

Novamente, tal qual dois adolescentes, os dois vivem de olho nos passos de cada um. Assim como os jovens ficam pesquisando a vida do ex-amor, fuxicando a página dele no Facebook ou as fotos no Instagran, Ronaldinho e Atlético não seguem sem mandar recadinhos carinhosos ou imagens que lembrem os bons momentos vividos. De um lado, ficamos nós navegando pelos vídeos e fotos dos momentos do craque no Galo. De outro, o mito fica fazendo o mesmo, sozinho, em silêncio, trancado em seu quarto e chorando de saudade.

Numa relação rara, que deu muito certo, os dois viveram dias intensos de emoção, aventura e paixão. Muita paixão! Um casamento curto, sim, mas que entrou para a história e deixou milhões de filhos órfãos e abandonados, sedentos por um novo caso de amor onde dois corações unam-se em um só: o coração do atleticano.

Para Ronaldinho, existe um R10 a.G. e outro d.G (antes do Galo e depois do Galo). Para o Atlético, o mesmo. Um a.R e outro d.R. Quem ganhou mais? Fácil! Nenhum dos dois. Foram os atleticanos.

Valeu, R10!

“Fui às lágimas”, relata Romulo Otero.

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O venezuelano chegou e já derreteu! “Num guentô”, diria o nosso Caixa. É o seguinte, Otero: quero te enganar, não, amigo (sim, você já é nosso amigo), mas você não faz ideia do tanto que ainda irá chorar por aqui, meu velho. Se duvida, pergunte ao Ronaldinho. Se não bastar, pergunte ao Jô. Ou ao Bernard, ao Pierre, ao Levir, ao Cuca. Otero, brodinho, se ainda não te avisaram eu aviso: No Galo você entra funcionário e sai torcedor! Tem jeito, não.

Foto: Fernando Martins Y Miguel

E lhe digo mais, meu camarada: Quando marcar o seu primeiro gol, prepare-se para sentir um calafrio percorrer do seu dedão do pé ao último fio de cabelo da sua cachola. Aí, sim, mané, você verá o que é chorar. Rapaz, faça sua parte e prepare-se para ser amado como jamais imaginou poder ser na sua vida. Bienvenido, Romulo! Acá es Galo, hostia!