Luan é um caso sério! Um verdadeiro show à parte.

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Não foi de encher os olhos, mas foi uma bela vitória, sem dúvida. Time bem postado e belos gols. Poderia ter sido de mais. O Galo começa a ter uma base de equipe, um esquema de jogo. Pena Cazares estar fora, pois ainda sentimos muito a ausência de um armador. Vamos torcer para que Otero seja o cara. Até lá, vamos nos virando com o que temos. E temos muito.

Poderia falar mais sobre o jogo, os gols, a torcida. Mas não vou. Vou mesmo é render a mais sincera e merecida homenagem que posso: Luan, você é sensacional! Você é daquelas figuras que nos emociona, que nos faz sorrir sem saber o por quê. Você é o típico jogador que a Massa ama: raçudo, maluco, corajoso, voluntarioso e apaixonado pelo clube. Você torna as partidas diferentes, mais animadas, mais engraçadas até. Seu espírito de luta e seu empenho são contagiantes. Para os jogadores e para a torcida. Luan, você é energia pura! É Galo na veia, meu chapa!

Me lembro bem dos seus primeiros jogos, quando entrava ao longo do segundo tempo. Completamente pilhado e amalucado, sem muita técnica e sem muito raciocínio. Me lembro quando fazia uma besteira qualquer lá na frente e, envergonhado pelo erro, baixava a cabeça e voltava correndo como um louco para ajudar a defesa. Você cresceu muito, garoto. Seu futebol evolui bastante. Só a sua dedicação não mudou. Continua máxima!

 Que o supremo Papai do Céu, para o seu e o nosso bem, te abençoe com saúde e proteja seu joelho, e que te presenteie com uma longa e vitoriosa carreira no Atlético. Você merece, o Galo merece, a Massa merece. Aliás, Luan, o futebol merece. Você nasceu para sorrir e fazer sorrir. Deus te abençoe, Menino Maluquinho!! E muito obrigado.

Bora, Galo! É o jogo da afirmação.

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O simpático Santinha, time mais popular de Pernambuco, será o nosso verdadeiro divisor de águas neste campeonato brasileiro. Por que? Simples. O Atlético vem oscilando entre bons e maus momentos, entre boas e péssimas partidas, entre grandes e medíocres resultados. A despeito de contusões, problemas extra-campo, troca de treinadores, etc., o fato é que ainda não nos encontramos neste ano, fosse na Libertadores, seja no brasileiro. Não temos um time, não temos um padrão e não temos, principalmente, aquela “liga”imbatível entre torcida e equipe. E é isto que espero recomeçar no jogo de hoje, no Horto. E para tanto, para que Massa e Clube deem-se as mãos novamente, sem vaias, sem suspiros, sem cornetas, é fundamental uma partida perfeita hoje a noite. Intensidade, raça, pressão, técnica e… gols! Muitos, de preferência.

 

O Santa Cruz é baba? Sim, é. Oferece perigo? Claro. O Galo tem tudo para trucidar os pernambucanos? Tudo e mais um pouco. Três pontos garantidos, então? De jeito nenhum. Sem a tal partida perfeita, amigos, nada feito. Até porque, aqui é Galo, e sabemos muito bem o que significa. Bobeou, dançou! Fez um ou dois golzinhos e ficou esperando o jogo acabar? Já era! Fizemos isto contra o Vitória, contra o xará paranaense, contra o Sport e deu no que deu. Por isto, nada de corpo mole, de salto alto ou de piedade. Bora passar o rolo nos caras, tipo Alemanha no Brasil nos 7×1. Daí, quando estiver uns 4 ou 5 a 0, aos 40′ do segundo tempo, poderemos relaxar e gritar alto:

CAIU NO HORTO… TÁ MORTO!!!

Até lá, pessoal!

Três anos do dia mais feliz das nossas vidas!

Publicado em 7 ComentáriosGalo campeão, Libertadores

Todos (com mais de 30 anos) se lembram de onde estavam em 11 de setembro de 2001, quando as Torres Gêmeas vieram abaixo. Se lembram também de onde estavam no 1o de maio de 1994, quando Ayrton Senna nos deixou. Nós atleticanos jamais nos esqueceremos de onde estávamos por volta de 00h35min da madrugada de 25 de julho de 2013. Praticamente no mesmo lugar onde sofri a minha primeira grande decepção com o Atlético, na fatídica disputa de pênaltis contra o São Paulo, pela decisão do campeonato brasileiro de 1977, eu vi o paraguaio Gimenez partir para a bola. O resto é história…

“LiBERTA(DORES) QUAE SERA TAMEM”

Meu Deus… Três anos! Tudo ainda tão vivo na memória, tão presente no sentimento que parece que foi ontem. Madrugada de 24 para 25 de julho de dois mil e Galo: Não sei se eu não te esqueci ou simplesmente ainda não parei de pensar em você. Na boa, chorei tanto que tô soluçando até hoje. Aliás, chorei não. Desidratei! Aquilo não foi um choro. Foi um tsunami lacrimal. Tão logo a bola beijou a trave direita do santo e eu só fiz sentar e chorar. Chorei tudo e mais um tiquinho que estava entalado n’alma desde os meus dez anos de idade. Escrevo agora, lembro os lances e choro sem parar! Haja lencinho de papel. Haja teclado à prova d’água pra guentá.

Chorei o 76, contra o Inter; o 77, contra o São Paulo e o 80, contra a dupla Aramengão. O 83, contra o Santos e o 85, contra o Coritiba. O 86, contra o Guarani, o 87, contra o Flamengo e o 91, contra o São Paulo de novo. Chorei o 94, contra o Corinthians, o 96, contra a Lusa e o 99, contra o Corinthians (outra vez). E o 2001, contra o São Caetano, o 2005, contra o Fortaleza e o 2012, contra a CBFlu. Chorei por causa da Libertadores de 81, da Conmebol contra o Rosário (4×4) e da Copa do Brasil contra o Botafogo. Chorei os Wright, Aragão, Simon e todos aqueles malditos juízes que impediram nossas conquistas anteriores. E também aqueles insistentes gols sofridos nos últimos dois ou três minutos dos jogos decisivos, que tantas vezes nos fizeram bater na trave, tal qual o pênalti do paraguaio Gimenez.

Vivi intensamente aquela Libertadores de 2013. Junto aos meus irmãos, sobrinhos e melhores amigos eu percorri quilômetros entre Argentina (duas vezes), São Paulo, Paraguai e até Tijuana, no México. Paralisei minha vida, esqueci o trabalho e ignorei minha família. Não fazia nada além de ir ao jogo da semana e esperar pelo jogo da volta. Noites insones, rezas solitárias e toneladas de vídeos no YouTube. Galo, Galo e mais Galo! Se valeu a pena? Tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Certo, Fernando People?

Eu não poderia passar e deixar esta vida sem ser pai da minha pequena Sophia, marido da minha amada Adriana e filho da melhor mãe do mundo, a dona Miriam. Sim, leitor amigo, eu não poderia. Mas igualmente eu não poderia deixar de assistir àquele grandalhão desengonçado escorregar no além e beijar o gramado do Mineirão, aos 39′ do segundo tempo; àquele gol em câmera lenta do Léo Silva, logo em seguida; e nem àquela maldita baliza (a mesma dos pênaltis contra o São Paulo) se redimir da sua crueldade de 77, quando desviou três bolas para a geral do estádio; e muito menos de chorar — uma vez que fosse — de pura felicidade pelo meu amor maior: o glorioso e imortal Clube Atlético Mineiro.

Mil vidas eu vivesse, e mil vidas eu escolheria este mesmo momento para a minha sublime e derradeira memória antes da viagem final, rumo ao paraíso — que espero ser todinho preto e branco e ter anjinhos cantando: “Eu acredito! Eu acredito!”

Valeu, Papai do Céu!

Agora já posso morrer em paz. É contigo. Tá liberado. Quando quiser…

Quem se tornou o mito de quem? Ou: Ronaldinho Gaúcho e Atlético jamais serão os mesmos.

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Ronaldinho Gaúcho usou as redes sociais para relembrar sua última conquista com a camisa do Galo, a Recopa. Publicou uma foto beijando a taça. “Dois anos da conquista da Recopa! Fechando muito bem o meu momento no Galo!”, escreveu o bruxo.

Ronaldinho e Atlético viveram um típico caso de paixão. Tal qual dois adolescentes fugazes, aproximaram-se, enamoraram-se, conheceram-se, apaixonaram-se, amaram-se e… separaram-se, seguindo cada um a própria vida, porém sem jamais esquecerem-se um do outro.

Novamente, tal qual dois adolescentes, os dois vivem de olho nos passos de cada um. Assim como os jovens ficam pesquisando a vida do ex-amor, fuxicando a página dele no Facebook ou as fotos no Instagran, Ronaldinho e Atlético não seguem sem mandar recadinhos carinhosos ou imagens que lembrem os bons momentos vividos. De um lado, ficamos nós navegando pelos vídeos e fotos dos momentos do craque no Galo. De outro, o mito fica fazendo o mesmo, sozinho, em silêncio, trancado em seu quarto e chorando de saudade.

Numa relação rara, que deu muito certo, os dois viveram dias intensos de emoção, aventura e paixão. Muita paixão! Um casamento curto, sim, mas que entrou para a história e deixou milhões de filhos órfãos e abandonados, sedentos por um novo caso de amor onde dois corações unam-se em um só: o coração do atleticano.

Para Ronaldinho, existe um R10 a.G. e outro d.G (antes do Galo e depois do Galo). Para o Atlético, o mesmo. Um a.R e outro d.R. Quem ganhou mais? Fácil! Nenhum dos dois. Foram os atleticanos.

Valeu, R10!

“Fui às lágimas”, relata Romulo Otero.

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O venezuelano chegou e já derreteu! “Num guentô”, diria o nosso Caixa. É o seguinte, Otero: quero te enganar, não, amigo (sim, você já é nosso amigo), mas você não faz ideia do tanto que ainda irá chorar por aqui, meu velho. Se duvida, pergunte ao Ronaldinho. Se não bastar, pergunte ao Jô. Ou ao Bernard, ao Pierre, ao Levir, ao Cuca. Otero, brodinho, se ainda não te avisaram eu aviso: No Galo você entra funcionário e sai torcedor! Tem jeito, não.

Foto: Fernando Martins Y Miguel

E lhe digo mais, meu camarada: Quando marcar o seu primeiro gol, prepare-se para sentir um calafrio percorrer do seu dedão do pé ao último fio de cabelo da sua cachola. Aí, sim, mané, você verá o que é chorar. Rapaz, faça sua parte e prepare-se para ser amado como jamais imaginou poder ser na sua vida. Bienvenido, Romulo! Acá es Galo, hostia!

Jogo de estreia!

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Como iniciar um blog sobre uma paixão inexplicável? Como traduzir em letras, frases e parágrafos tudo aquilo que não encontra lógica nem mesmo dentro da gente? Como tentar explicar para amigos e futuros amigos o que nós pensamos, o que sentimos, o que vivemos pelo glorioso Clube Atlético Mineiro?

Se você está por aqui me lendo, acho que não precisa. Você sabe muito bem o que é o amor pelo Galo e a incapacidade de lhe explicar. Você sabe o quanto alegra uma vitória e o quanto dói uma derrota. Você sabe o que é não conseguir dormir antes, por ansiedade, e depois, por excitação ou tristeza. Você sabe o que é amar sem jamais ser amado.

Assim como o Atlético a nossa jornada é imortal. Não terminará nessa vida, não terminará na morte. Desde o iluminado dia de 25 de março de 1908, o DNA atleticano é passado adiante: de pai pra filho, de mãe pra filha, de irmãos para irmãos, de tios para sobrinhos e de primos para primos. Quando não mesmo de amigo para amigo e de namorado para namorada. O gene alvinegro mira a imortalidade e se espalha como a luz e o ar. Enquanto houver vida na Terra, haverá um grito de GALO a ecoar pelo mundo. E quando não houver mais, que as estrelas o carreguem pelo universo, pois não haverá de ser um simples fato como esse a impedir a continuidade do maior e mais inexplicável caso de amor da história da humanidade.

Divã do atleticano:

Publicado em Deixe um comentárioDIVÃ DO ATLETICANO

“Dr. TrezeGalo, minha mãe falou que o papai gosta mais do Galo do que dela. E até mesmo mais do que de mim. Isso é normal? Como posso fazer o meu pai gostar mais de mim?” (Pimpolho, 10 anos)

Pimpolho, meu filho, normalíssimo! Quanto ao que fazer, é fácil: vista uma camisa do Atlético, segure na mão do seu pai e grite bem alto com ele: Gaaaaaaalôôôôôôô!!!!

(Nem) Freud Explica:

Publicado em Deixe um comentário(NEM) FREUD EXPLICA

Em 2006, o Atlético viveu o seu pior ano na história. Após ser rebaixado para a série B, em 2005, o Galo passou a temporada disputando “clássicos” contra São Raimundo, Paulista de Jundiaí e afins. Ainda assim, sua legião de apaixonados seguidores lotou as arquibancadas e tornou o clube recordista absoluto de público pagante em todas as séries daquele ano. De onde vem tamanho amor?