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Eduardo de Ávila
Defender, comentar e resenhar sobre a paixão do Atleticano é o desafio proposto. Seria difícil explicar, fosse outro o time de coração do blogueiro. Falar sobre o Clube Atlético Mineiro, sua saga e conquistas, torna-se leve e divertido para quem acompanha o Galo tem mais de meio século. Quem viveu e não se entregou diante de raros momentos de entressafra, tem razões de sobra para comentar sobre a rica e invejável história de mais de cem anos, com o mesmo nome e as mesmas cores. Afinal, Belo Horizonte é Galo! Minas Gerais é Galo! O Brasil, as três Américas e o mundo também se rendem ao Galo.

 - Amanda Aleixo
Uma jovem jornalista que ama vinhos, jazz, motocicletas e, é claro, o nosso Galo!

 - Roberto Caldeira
Engenheiro, Administrador e Servidor; 39 anos, casado, pai da Malu, Atleticano e sangue de Galo Na Veia.

 - José Roberto
Atleticano, fundamentalista, 54 anos, casado, apreciador de uma artesanal Pale Ale e de outras também. Entre as coisas mais importantes na vida, uma delas é torcer pelo Galo.

 - Marcelo Alvarenga
27 anos. Atleticano, fotógrafo e engenheiro, necessariamente nessa ordem. Prosa sobre qualquer assunto é sempre bem vinda, mas o assunto preferido é sempre o Galo.

Uma Atleticana na Suíça

Casual 300x250Dentro da nossa série de Atleticanos pelo mundo, divido hoje com o leitor a história da nova amiga Sabrina Maniscalco. Suíça, ela conta que nasceu e cresceu no país entre a França, Alemanha e Itália, e ver futebol sempre foi motivo para se reunir com amigos em torno de uma mesa de bar. Mal assistia a uma partida completa. Os países vizinhos, juntos, somam quase dez conquistas de Copa do Mundo, mas nem por isso atraíam a atenção dessa européia da gema.

Até que, em outubro de 2014, pela primeira vez saiu do território europeu – atraída por um mineiro que roubou seu coração (Helvécio, sobre quem, ao final, darei uma rápida informação) – veio parar em Belo Horizonte. Aqui entre nós fez sua estreia numa partida no Horto, entre Galo e Sport Recife. “Até hoje me lembro desse jogo, o clima e a paixão do Atleticano, as músicas da banda (charanga) e os cantos da massa. Que energia une toda aquela gente? Sentia que algo estava me acontecendo, mas ainda não tinha a verdadeira noção”, disse ela ao blogueiro.

Confessadamente apaixonada pelo time e pela Torcida, Sabrina destaca que o grande momento foi naquela partida entre Galo e Flamengo, pela Copa Brasil de 2014. ¨Foi no dia 5 de novembro”, relembra com orgulho o dia que o Galo venceu o “classificadaço carioca, pegando a CBF com as calças nas mãos, para dias depois conquistar a competição superando nada menos que outro time mineiro, em duas vitórias aqui em Belo Horizonte.

A Atleticana diz ainda que ser uma Torcedora deste time é muito mais do que se pode imaginar. “Galo é o time do povo, essa mistura linda que só o Brasil tem. Galo é luta, Galo é resistência, Galo é levantar a cabeça depois de uma derrota e voltar a lutar de novo. Galo é poder acreditar. Acreditar sempre!”

SAbrina e Leo Silva
Fotos do arquivo pessoal de Sabrina

Hoje, Sabrina divide seu tempo entre idas e vindas ao Brasil – especificamente à cidade do Galo (Belo Horizonte) – com o namorado brasileiro Helvécio Marins Júnior. Diretor de cinema, ele tem extensa agenda em trabalhos pelo interior de Minas Gerais. Vem gravando interessantes documentários e Sabrina, como assistente de produção, está sempre ao seu lado.

Entre os trabalhos que a dupla vem produzindo, um salta aos olhos do Atleticano, sendo aguardado com muita expectativa. Trata-se de um documentário sobre a Torcida do Atlético. O blogueiro, entre uma centena de outras pessoas, foi ouvido e passamos quase uma hora e meia numa divertida gravação.

Sabrina e torcedora

Ela confessa que, acompanhando as gravações com jogadores e ex-jogadores, como Luan, Leonardo Silva e Reinaldo – entre tantos – se apaixonou pelo jeito Atleticano de ser. “Foi, sobretudo, por essa torcida que me apaixonei pelo Atlético. Nunca vi em minha vida nada igual. Não é só paixão, a torcida do Galo tem algo mais, que é conexo com a vida mesmo. Quando você entra nessa torcida, conhece algo de muito humano, mesmo.”

Estando na Europa ou onde for, Sabrina acompanha aos jogos e noticiário do Galo pela internet e confessa que seu grande desejo é criar e participar de uma Torcida Organizada do Galo em seu país.

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4 thoughts to “Uma Atleticana na Suíça”

  1. NOS IDOS TEMPOS EM QUE O CAMPO DO ATLÉTICO ERA EM LOURDES, ACOMPANHAVA MEU PAI, CONSELHEIRO DO “GALO” E POSTERIORMENTE TAMBÉM ME TORNEI CONSELHEIRO, APRENDI COM MEU PAI A NÃO TORCER PELO NOSSO QUERIDO ATLÉTICO (GALO) MAS AMA-LO ACIMA DE QUALQUER PAIXÃO POR OUTRO TIME. NAQUELA ÉPOCA, MEU PAI ME DEU 3 OPÇÕES PARA TORCER POR UM TIME DE FUTEBOL: INFANTIL, JUVENIL OU PROFISSIONAL, DESDE QUE FOSSEM DO “GALO”. ABRS.

  2. Meus a esse maravilhoso casal, Sabrina Mariscalco e Helvécio Martins Júnior . Uma bela e tão especial História . E nso sentimso muito felizes por uma pessoa tão sensível especial quanto esta menina ter tido uma visão tão bacana de nós atleticanos. Um elogio nesses termos é algo que enaltece qualquer torcedor, ´comunidade ,família ou ser humano .
    Um beijo para ambos e que sejam muito felizes e abençoados por Deus bastante ricamente . E ,obviamente , vou assistir esse documentário sobre a torcida atleticana com imenso prazer . E só não se esqueçamd e postarem fotos do casamento paraa Massa poder abençoar !

  3. Parabéns Sabrina, a atleticanicidade, neologismo próprio do atleticano nato, não ocupa espaço, ocupa corações. Em qualquer lugar do mundo pode-se ser atleticano, basta sentir, não precisa provar é próximo ao sentimento do Ser Supremo. Valeu Eduardo, por cá já esgotei meu estoque de camisas do Galo, as minhas chegam na quarta-feira de Belo Horizonte e trazem mais.

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